Doe órgãos, doe vida

O cansaço e a falta de ar eram constantes na vida de Claudinei Batista. Em busca de diagnóstico descobriu que além de problemas cardíacos, era portador da doença de Chagas. "Mas isso não foi suficiente pra me derrubar, pois acreditava que devia haver uma saída", diz ele.
Claudinei, muito antes de saber da doença, já havia falado para a esposa que quando morresse, gostaria que seus órgãos fossem doados. O que ele não sabia, é que antes que isso pudesse acontecer, seria ele quem precisaria de um doador.
Há dois anos um novo coração bate em seu peito, Claudinei revela-se feliz e agradecido.
"Até quis conhecer a família do doador para expressar meu agradecimento, mas isso não foi possível, então queria que todas as pessoas soubessem como esse gesto de doação é importante. Eu já não podia fazer nada, e hoje levo uma vida praticamente normal". O cardiologista, Jerônimo Fortunato explica que o risco era grande, mas sem o transplante as chances de sobrevivência eram mínimas.
Sou muito grato ao Dr. Jerônimo que me devolveu a vida, e a toda sua equipe que sempre foi muito atenciosa comigo. Recebi um coração novo acompanhado de muito carinho e atenção", ressalta